Por que o afastamento é tão importante para reconquistar? Eu sempre falo da importância do afastamento para uma boa reconquista. Falo de contato zero, o tempo ideal, o que fazer, o que não fazer, etc.

Mas, neste artigo vou falar de um assunto extra. Um bônus.

E vou citar um caso real, que vai deixar claro algumas reações durante o afastamento, e como um afastamento precipitado pode gerar um problema crônico. Vamos lá?

Quer reconquistar o seu amor?

Por que o afastamento é tão importante para reconquistar? – afastamento mal  programado

Relacionamentos quando chegam ao fim deixam suas marcas.

E algumas são muito parecidas. E se repetem entre muitos casais.

Eu vou usar um exemplo real, de um casal, há um ano atrás, e a frase acima que é muito comum, principalmente nos primeiros dias ou meses de um rompimento.

Depois de um relacionamento de uns 5 anos, Rosana, uma mulher de uns 30 anos, me procurou para ajudá-la a superar o trauma desse rompimento ou ajudá-la na reconquista, se possível. 

Cuidamos de muitos aspectos que abrangem esse caso, mas, vou me focar num deles: o fato de ficar mal quando o outro parece estar bem.

Após  a separação, Rosana, resolveu focar em projetos que havia deixado um pouco de lado. E, um deles, era fazer sua pós no exterior (não era o Contato Zero temporário).  Já que ela parecia estar resolvida, tinha um propósito em mente, um rumo, enfim… parecia mais fácil a Rosana superar esse fim de relacionamento. Tanto que ela em poucos dias já estava saindo com amigos e finalizando seus planos de mudança.

O seu ex estava arrasado!  Parecia a ele que tudo o que viveram foi facilmente substituído por um “plano melhor”. E, como sua vida continuava no mesmo ritmo, a impressão que ele tinha era de que nada de novo ele tinha a acrescentar  para “concorrer” com sua ex. (por mais estranho que pareça, é assim que basicamente pensam duas pessoas quando se separam, existe uma “competição”, mesmo que inconsciente, para demonstrar quem está bem, e em menor espaço de tempo).

Por isso, as conversas que tinham eram ácidas

Ele sempre demonstrava sua frustração com o rápido e aparente sucesso, e a superação de Rosana.

Depois de algumas semanas, ela já estava em outro País, executando seu planejamento. E ele, começou a se recuperar, sair com amigos, postar em redes sociais, etc.

Então, ela se surpreendeu com a própria reação. Começou a sentir-se mal com o “sucesso” e superação de seu ex. Ela não entendia, parecia meio insano, mas se ele estava bem, então ela estava mal. 

Certo dia, ela me contou, viu na mídia social, que ele foi a uma boate, bebeu com amigos e postou   em seu “status” aos beijos com uma menina que ela também conhecia.

No outro dia, ela ligou para seu ex, e num tom de extremo ciúme, desabafou, falando de como ele era frio e insensível, e como se esquecera tão rapidamente de tudo…

Depois, arrependeu-se profundamente, pois percebia que não havia superado aquele rompimento nem havia feito o seu melhor para tentar a reconquista.

Casos assim, como eu disse, são muito comuns e se repetem diariamente. Vamos falar agora dos motivos básicos, dos porquês, de tudo isso acontecer?

Ele disse que está bem e eu fiquei mal… por que?

Você já viu uma situação dessas antes? Parece familiar?

Sim, é mais comum que se imagina.

E, o motivo basicamente é: assunto mal resolvido.

De duas formas um relacionamento como esse não teve um final. Nem se tentou realmente a reconquista, nem se aceitou plenamente o rompimento.

E, em todos os casos, uma das duas coisas precisa acontecer para que a vida dos dois prossiga normalmente. Esses casos mal resolvidos, e são muitos, muitos mesmo, na realidade podem se transformar em problemas crônicos.

Ao acontecer um rompimento, a pessoa muitas vezes não se prepara emocionalmente para dar os próximos passos. Geralmente, o que se percebe é uma reação puramente emocional e até irracional. As pessoas envolvidas parecem se esquecer de que têm um futuro logo à frente. E que precisam se preparar para ele, com ou sem a companhia do outro.

É verdade que, logo nos primeiros dias é muito difícil pensar de maneira prática e objetiva. Por isso, quem pode contar com amigos experientes ou com a ajuda de um profissional da área, comete menos erros.

Pacote da Reconquista

Mas, a verdade, é que tudo precisa passar por estratégias

Sim, planejamento objetivo. Não dá para deixar nas “mãos do destino”, ou “seguir o coração”.

Quando se trata de um rompimento dessa maneira, a probabilidade de tudo isso se tornar um “problema crônico” no futuro, é bem menor.

Na maioria dos casos, a tendência é de se lutar pela reconquista

Após uma análise calma e objetiva de tudo, analisar os motivos que levaram ao rompimento, tanto de um quanto do outro, analisar os objetivos que tinham em comum, e se ainda continuam em comum, analisar se ainda existe um sentimento de parceria e espírito de equipe – quando se chega à conclusão que esses requisitos ainda existem –  a reconquista é o melhor caminho.

Nesses casos, antes de tomar medidas extremas, mudanças muito radicais de vida, etc.  o melhor é buscar ajustar novamente esse relacionamento.

E, se isso for possível, todo um planejamento futuro pode ser encaminhado a dois. O relacionamento volta a ser um projeto de equipe.

Mas, se não for possível, pelo menos, a pessoa entenderá que precisará cuidar de si mesma, recuperar a si mesma. Entenderá que ao superar esse rompimento  ficará com a consciência tranquila de que fez tudo ao seu alcance. Essa paz interior é fundamental para que ela possa dar andamento a sua vida e não ficar “vigiando” o tempo todo a vida do ex. Nem vai se sentir mal quando ele estiver bem. Por fim, com o equilíbrio alcançado, haverá sempre um sentimento de gratidão pelo que se aprendeu, e um sentimento de “página virada” e “vida que segue”…

Por que o afastamento é tão importante para reconquistar? – 

CONCLUSÃO

Portanto, um afastamento programado, com propósito e equilíbrio pode ser determinante para uma reconquista, própria ou do ex. Já um afastamento precipitado, sem acompanhamento, ou antes de “sarar uma ferida”, pode ser muito complicado.

Bem, a conclusão lógica portanto é: Numa situação de rompimento a pior coisa a se fazer é não fazer nada, ou fazer qualquer coisa sem um “propósito” ou sem o devido equilíbrio emocional.

Tomar atitude, recuperar a autoestima, partir para a reconquista, quando indicado, superar com equilíbrio e seguir em frente. Essas atitudes são essenciais para superar um fim de relacionamento e evitar que ele se torne, posteriormente, um “problema  crônico”.

Espero ter contribuído com esse artigo e essa experiência citada acima e desde já, continuo me colocando à disposição para ajudar com coachings e acompanhamento discreto e personalizado caso necessite.

Pode sempre contar comigo e minha equipe, visite também o nosso canal do YouTube

Um grande abraço,

Dyuly Cardoso

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