As 6 leis de autorresponsabilidade para ter um relacionamento feliz

Na imagem: Duas mãos seguram uma faixa onde está escrito a palavra 'autorresponsabilidade'.

Em um relacionamento, todos tem responsabilidades, mas quais são realmente são suas e quais são as que os outros colocam em você? No artigo de hoje, quero desenvolver mais sobre as leis da autorresponsabilidade para você ter um relacionamento feliz, equilibrado e saudável. Com essas leis, você vai saber o que fazer diante aos problemas do relacionamento.

Se em algum momento no relacionamento, você sentir que não está sendo um bom companheiro (a). Compare suas ações com as leis de autorresponsabilidade, assim você saberá como corrigir o que está errado.

Leis #1 de autorresponsabilidade: Antes de criticar, identifique o que está incomodando a pessoa

Primeiramente, antes de criticar algo em outra pessoa, reflita sobre suas ações primeiro. Depois avalie se esse incomodo que você sente não está ligado ao seu passado. Talvez algum trauma está te fazendo distorcer a situação, causando esse incomodo. Ou talvez, você está enxergando no outro, um comportamento seu, que agora aplicado em você, passa a te incomodar.

Muitas vezes aquilo que te incomoda no outro, está mais ligado a você, do que a outra pessoa.

Um exemplo: Quando uma pessoa confessa a você que está chateada com tal situação, e sua resposta automaticamente é: ‘isso é besteira’, ‘Para de bobagem’. Mas quando você está chateado e alguém te dá essa mesma resposta, você fica ainda mais incomodado. Então como você vai cobrar uma atitude compreensível sem ter essa mesma atitude?

Leis #2 de autorresponsabilidade: Quando for reclamar, apresente soluções para melhorias

Mas caso a sua reclamação seja realmente algo no seu parceiro ou no relacionamento, antes de reclamar, busque soluções. Assim, na hora que vocês forem conversar, você não vai apenas derramar uma montanha de reclamações. Reclamar sem propor uma resolução para o problema apenas desgasta o relacionamento, faz seu parceiro (a) se sentir desvalorizado, e não resolve nada.

Dentro de uma relação, os diálogos devem ser construtivos, a conversa deve ser calma e respeitosa. Apenas apontar os erros do outro vai acabar com a admiração entre vocês, com a vontade de melhorar do outro e assim vocês terminam.

Lei #3 de autorresponsabilidade: Antes de culpar alguém, entenda a responsabilidade de cada um

Dessa forma, as soluções que você deve apresentar devem ser compatíveis com o papel de cada um nessa relação. Dentro do acordo feito no início do relacionamento, do papel da mulher e do homem (independente de ser casal homoafetivo ou não). As energias de vocês devem estar de acordo.

Se a energia feminina se coloca como provedor, protetor da família então a energia masculina precisa de encolher e tomar o lugar de cuidador. O que inverte os papéis dentro da relação. Por isso, antes de propor as soluções, essas soluções devem fazer sentido com o acordo de vocês.

Então ao invés de procurar um culpado para carregar a carga, foque na solução para não ser a pessoa que sabota o próprio relacionamento.

Lei #4 de autorresponsabilidade: Não justifique seus erros culpando o outro

Cada erro começa com uma decisão, consciente ou inconsciente. Se você tomou a decisão que tomou, foi algo que partiu de você. Então não tente ‘terceirizar’ o seu erro, como se ele fosse uma consequência natural de algo que seu parceiro fez, sendo que foi uma decisão sua.  Assim como o erro do outro é uma decisão do outro.

Nenhum dos dois é santo perfeito, vocês cometem erros sim. Então a partir do momento que você assume isso, você se abre para o aprendizado. Porém, enquanto você continuar negando, se justificando ou transferindo sua culpa para o outro, você não vai aprender nada e vai apenas levar seu relacionamento para o buraco.

Sem aprender com seu próprio erro, você vai errar da mesma forma inúmeras vezes. Se toda vez você transferir sua culpa para o outro, essa pessoa vai se cansar e você vai perdê-la.

Lei #5 de autorresponsabilidade: Não se vitimize

Praticamente, em toda relação, tem um lado que sempre se coloca como coitado. “Você não me dá atenção”, “Você não me escuta”, “Você não me quer mais”. Geralmente, costuma ser a energia feminina da relação. É a pessoa que sempre espera receber e ganhar, mas não lembra de dar e tomar iniciativa.

Enquanto, você continuar preso nesse local de vítima e não tomar atitude de uma adulto maduro e vencedor, você irá apenas atrasar o relacionamento e a vida do outro. Não apresente o seu parceiro como o vilão da situação para seus familiares e amigos, se você vai continuar com ele (a).

Fazendo isso você vai criar uma imagem ruim da pessoa que você ama para os outros. Então todos vão te dizer para terminar o relacionamento com essa pessoa, por um erro que não é dela. Os problemas do casal, são resolvidos entre o casal.

Lei #6 de autorresponsabilidade: Se for julgar alguém, julgue a si mesmo.

Se você se sente tão moralmente correto, tão digno de julgar os outros, faça isso apenas a você mesmo. Esteja sempre julgando os seus comportamentos e atitudes, porque é garantido que você sempre vai encontrar alguma falha em si mesmo.

Lembre-se: enquanto você aponta o dedo para o outro, existem outros três apontados para você. Por isso, seja apenas o seu juiz, coloque na balança suas palavras e pensamentos. Não é sua responsabilidade julgar gostos, opiniões e escolhas que não te dizem respeito.

Por não prestar atenção no que faz, você não pratica essas leis de autorresponsabilidade e acaba sobrecarregando quem você ama, ignorando suas responsabilidades. Principalmente a responsabilidade afetiva com vocês dois.

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Dyuly Cardoso

Coach Especialista em Reconquista Amorosa e Desenvolvimento Pessoal

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