Como vencer a tática do silêncio? Por que duas pessoas que se casaram, prometeram se amar e se ajudar… chegam ao ponto de ficar por horas – ou até dias – sem se falarem?

Essa é a famosa TÁTICA DO SILÊNCIO que alguns casais empregam. Vale a pena? Por que motivos alguns agem assim? E o que  fazer para substituir essa tática e vencer a tática do silêncio?

Antes de começar essa análise, é bom lembrar que em determinados casos, quando uma conversa sai totalmente do controle e passa a ser perigosa em todos os sentidos, a melhor coisa a fazer é se afastar rapidamente e dar um tempo. Até uma oportunidade melhor. Esses são casos extremos.

Porém, quando sempre agimos assim, em toda e qualquer discussão ou damos um tempo demasiado longo – isto pode caracterizar não um bom senso, mas uma atitude rotineira que precisa ser revista.

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Como Vencer a TÁTICA DO SILÊNCIO – Vale a pena?

Se “os fins justificam os meios”, a primeira pergunta é: vale a pena?

Os resultados que vemos em inúmeros exemplos é um rotundo: NÃO! Não vale a pena. Percebemos que, na realidade, essa tática desgasta a relação do casal, corrói a confiança e o equilíbrio da convivência, diminui em muito o respeito entre ambos, e  por fim, demonstra uma grande imaturidade da parte de quem usa tal tática.

Portanto, a melhor opção não é a tática do silêncio. Mas, por que muitos casais utilizam essa tática se é tão negativa assim?

1 – MÁGOAS REPRIMIDAS –  As mágoas que se acumulam ao longo de uma relação e não são prontamente tratadas com boa comunicação, com o tempo, se tornam extremamente tóxicas, e alguns, escolhem o silêncio ao diálogo. A prática de reter as dúvidas e questionamentos consigo mesmo(a) até se tornarem mágoas, ressentimentos – é muito comum – em muitos relacionamentos. Essa prática muitas vezes é herdada da relação familiar, da maneira como pai e mãe se tratavam. Muitos casais acabam aplicando a mesma maneira de agir que aprenderam do exemplo de seus pais. E quando o exemplo era esse, de guardar mágoas, acumulá-las e aplicar a tática do silêncio, como um remédio para todos os males…geralmente os filhos levam esse mau hábito para seus casamentos. Essa prática não é nada boa para a saúde emocional, seu sistema nervoso, nem para um saudável relacionamento conjugal.

2 – DESEJO DE VINGANÇA – Outro motivo do uso dessa tática tão negativa é o desejo de vingança. Usam essa tática como arma, para se vingarem de atitudes hostis. É como se “o meu silêncio vai falar por mim”…

Na realidade esse desejo em si só é negativo

Pois quem está disposto a se vingar, deixa de lado atitudes positivas de reconciliação e comunicação positiva, para dar lugar a um sentimento frio e extremamente separatista. É um sentimento negativo e que atrai outros sentimentos tóxicos.

3 – ARMA DE MANIPULAÇÃO – Outros usam essa tática do silêncio  como arma de manipulação. Ou seja, “vou ficar sem falar com ele(a) até ceder”…  Alguns chamam isso de “pirraça”. Não importa o apelido, o fato é que atrapalha muito mais que ajuda. Mais uma vez, o recado que se passa é de imaturidade, infantilidade e incapacidade de lidar com situações de conflito e stress.

Como Vencer a TÁTICA DO SILÊNCIO – O que fazer?

O que fazer então?

Substituição, sim substitua essa tática por outra muito mais eficaz!

Aprender a lidar com situações de conflito em vez de se calar é a melhor opção. 

Muitos casais se calam, usam a tática do silêncio, porque não conhecem outra forma mais eficiente de lidar com conflitos. Ou acham que é um “dom” que uns poucos “têm”. Porém, a verdade é que podemos aprender e praticar certas técnicas que ajudam e muito a lidar com tais situações. Veja a seguir:

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Algumas dicas para lidar com discussões difíceis:

1 – FALE SUAVEMENTE (BAIXE O TOM DE VOZ)

Essa dica é incrível! Normalmente quando duas pessoas estão discutindo um assunto que foge do controle e começam a falar alto e rapidamente, a melhor coisa a fazer é uma delas BAIXAR O SEU TOM DE VOZ. Quando uma aplica essa tática, percebe rapidamente a resposta da outra, que, geralmente, desconcertada, baixa a sua voz também. É quase que uma reação intuitiva.

2 – TROQUE O “EU” POR “NÓS”

Numa discussão, muitas vezes a pessoa insiste em falar na primeira pessoa, dando a impressão de que a prioridade é satisfazer a sua vontade. Quando se fala usando o pronome “nós”, a conversa toma outro rumo. Passa a ser comunitária. Passa a tratar de algo importante para os dois. É interativa. E isto simplesmente, por se evitar falar na primeira pessoa. É uma tática que dá certo e vale a pena aplicar.

3 – ESTÁ FALANDO COM UM PARCEIRO – Esse lembrete é muito importante. Quando a pessoa para e reflete que fala com um parceiro e não com um adversário, naturalmente ela tende a ser mais conciliadora e flexível. E o assunto passa a ser importante para ambos e não um motivo de discórdia. A conversa com um parceiro sempre tende a ser amena e positiva.

4 – NÃO ALIMENTE A FOGUEIRA – Alguns casais utilizam as palavras como “flechas de fogo”. E, de fato, as palavras podem ferir mais que golpes. Por isso mesmo, quando uma conversa se mostra difícil, usar mais  palavras duras e mordazes só vai piorar tudo. É como “por mais lenha na fogueira”. A melhor coisa é abrandar o discurso e acalmar os ânimos. Mude o foco, o rumo dessa conversa, para que o resultado positivo seja o alvo, e não a satisfação do ego de cada um.

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E para concluir

Portanto, em vez da tática do silêncio, podemos desenvolver técnicas mais úteis de conversação mesmo em situação de crise. E essas técnicas quando bem aplicadas e COM SINCERIDADE, podem sim, ajudar a resolver problemas. Problemas que de outra forma poderiam se acumular e se transformar em profundas mágoas reprimidas.

Em meus coachings eu ajudo meus clientes a perceberem a necessidade de aplicar essas técnicas, e também faço o coaching personalizado com exercícios que vão ajudá-lo(a) a melhorar neste objetivo.

Se precisar, já sabe, pode contar comigo! E nos siga no nosso canal do YouTube, diariamente postamos dicas infalíveis!

Um forte abraço

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