Em uma “live” recente, eu falei sobre gatilhos mentais negativos que destroem relacionamentos.

E agora, neste artigo, como prometi, eu vou fazer um resumo prático para pesquisas recorrentes.

Se você tem sofrido com esse problema ou conhece alguém que precisa de ajuda acerca do tema, este artigo, certamente, será muito útil.

Vamos lá!!

Gatilhos mentais negativos, por que não?

Conforme o próprio termo já indica, são negativos!

Sendo assim, os efeitos que produzem, tanto para a pessoa que os dispara, quanto para quem é atingido(a), são tais que sempre levam ao afastamento, desconfiança e destruição.

O motivo acima, por si só, já deve servir de alerta quanto ao poder destruidor que tem esses gatilhos.

Muitas vezes, uma pessoa tem o hábito de dispará-los tão “naturalmente” que, nem percebe o mal que faz.

Não vou falar neste artigo das influências culturais, familiares, religiosas, etc, que podem levar uma pessoa a agir de uma maneira “contaminada”. Porém, o foco será em destacar quais são e como evitá-los.

Um dos mais perigosos gatilhos mentais negativos: a cobrança

“O que está fazendo?”, “com quem está falando?”, “onde estava?” … e outras cobranças semelhantes – são muitas vezes expressões corriqueiras entre alguns casais.

Entretanto, tais atitudes, tais cobranças, não ajudam a produzir um ambiente de confiança e segurança.

Na verdade, atitudes assim, remetem ao comportamento costumeiro de pai e mãe. Essa é a primeira memória que vem à cabeça de quem ouve tais expressões. E, falando francamente, não é a melhor lembrança que se espera num relacionamento a dois.

Ninguém sai de casa para ter relacionamentos paternos ou maternos. Espera-se muito mais de um parceiro(a). E disparar esse tipo de gatilho na mente de outra pessoa é, sim, muito negativo para o relacionamento.

Portanto, a primeira dica é: sempre se policie quanto a como faz a abordagem de algum assunto sério. Problemas existem o tempo todo entre casais, mas, a maneira como os abordamos vai determinar o tipo de gatilho que, por fim, vamos disparar. E, dessa forma, pode-se evitar um dos gatilhos mentais negativos maiscomuns de um relacionamento: a cobrança.

Dependência e insegurança

Um gatilho leva ao outro. Como assim?

O gatilho anterior, invariavelmente, pode provocar uma leitura nada positiva do parceiro:  a constatação de que ele(a) é dependente e inseguro(a).

Uma pessoa que age conforme o primeiro gatilho (cobrança), vai se mostrando com o passar do tempo, insegura e dependente de constantes confirmações. É como se precisasse validar o tempo todo o amor e compromisso daquele relacionamento.

Daí, de tanto despertar esse gatilho negativo, ele(a) vai deixando de ser o porto-seguro que o parceiro imaginava ter alcançado. E essa “erosão” gradual, vai solapando o relacionamento até chegar a níveis intoleráveis.  Ninguém admira alguém inseguro, imprevisível e dependente.

Consequentemente, esses fatores negativos reforçam: a infantilidade, a inferioridade e a desconfiança. Características repelentes para um relacionamento saudável.

Os gatilhos mentais negativos da: Infantilidade, inferioridade e desconfiança

Certas atitudes induzem um parceiro a encarar o outro como infantil.

Uma pessoa que sinaliza que depende do outro para ser feliz ou se sentir “viva”, que precisa de “aprovação”  para tudo o que vai fazer – tal pessoa demonstra alto grau de infantilidade. Dá a impressão que não cresceu.

Uma cliente certa vez me disse: “Ele diz que se eu não fizer determinada coisa com ele, ele simplesmente não agirá, muitas vezes já decidimos algo importante, mas ele somente executa se eu for junto, é como se eu tivesse mais um filho para criar!”

Com a inferioridade, é preciso também tomar muito cuidado.

Todos precisamos de constante evolução, crescimento e desenvolvimento pessoal. Quando uma pessoa busca constantemente essas conquistas, ela sempre se mostra admirável.

E, num relacionamento a dois, é muito importante estar à altura do parceiro. Esse posicionamento gera confiança e produz admiração. Nunca se deve colocar como tão pequeno(a) que o outro é como “muita areia para o meu caminhãozinho”.

E a desconfiança?

Há quem aja de uma maneira que tira totalmente sua credibilidade. Tanto não se mostra confiável quanto não confia em ninguém.

“No meu celular ninguém mexe, mas eu quero a senha do seu”. “Quem é: fulano?”

Atitudes assim são um “tiro no pé”. Provocam o que chamamos de “efeito bumerangue”.  Pois refletem o que o autor é. E sempre se voltam contra ele(a).

Uma pessoa com esse tipo de problema precisa de ajuda para identificar a fonte: traumas do passado, cultural, emocional, etc. O fato é que a desconfiança é mais um fator gerador de gatilhos mentais negativos.

Uma verdade básica: se um relacionamento vai mal e está chegando a um término, disparar gatilhos mentais negativos só vai piorar as coisas, não vai ajudar em nada!

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