Peguei conversas “estranhas” no celular dele. E agora? “Nada, nos tempos modernos, destrói mais relacionamentos que o celular”, disse  uma especialista brasileira. E, parece que ela tem muita razão no que disse.

Mas, é claro que o problema não é o celular! E sim, o conteúdo das conversas encontradas nele!!

Vivemos num tempo de constante “flerte virtual”. Embora seja um tanto normal, e até “moderno”, é sempre bom evitarmos os excessos comprometedores.

O padrão de certo e errado tem mudado muito. E não vou entrar nesse campo. Mas, todo relacionamento, por mais aberto e moderno que seja, exige um certo grau de comprometimento. E, é aí que muitos casais erram. Ao iniciarem um novo relacionamento, não são claros quanto a quais são os limites. Sim, limites, pois cada um tem os seus. E a falta de comunicação aberta, muitas vezes leva um dos parceiros a extrapolar na sua “popularidade”, entende?

Porém, em muitos casos, o que se percebe é um certo exagero e às vezes até precipitação. Ou omissão tipo: “deixa rolar pra ver como fica.”

Peguei conversas “estranhas” no celular dele. E agora? – Não seja precipitado!

Como eu disse, vivemos num tempo em que um certo grau de “sedução” é necessário. Por exemplo, no mundo dos negócios, os protagonistas profissionais da área, são treinados para aplicar essa tática comercial. Conversando com uma profissional de vendas do ramo imobiliário, ela ressaltou justamente isso.

Que o cliente espera ser “seduzido” de todas as formas. Tanto uma sedução psicológica quanto sedução técnica/comercial. E os profissionais de venda, hoje, aprendem técnicas de convencimento e análise corporal, por exemplo, que são idênticas às que usamos em situações de conquista no campo pessoal/romântico.

Portanto, essa é uma realidade, e não temos como mudar. Mas, existem os excessos. Situações em que claramente percebemos que há uma extrapolação do lado profissional. E quando isso acontece com alguém de nosso relacionamento íntimo…

Portanto, a prudência é sempre bem vinda. Jamais se deve precipitar ao interpretar mensagens  via celular. Quando não se conhece todo o conteúdo, o contexto, é melhor sempre se mostrar equilibrado(a), porém, atento(a).

E quando não há dúvidas, existe realmente um tom de “traição”?

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Bem, nesse caso, as coisas mudam!!

Não dá para levar na “esportiva”. Porém, antes de qualquer coisa, é bom com equilíbrio fazer as seguintes perguntas: Por que estamos vivendo esta situação? Ele(a) já dava indícios antes de ser um tanto “volúvel”? Em que momento demos motivos para essa “brecha”? O que faltou?

Essas perguntas, antes de se tomar qualquer atitude, são fundamentais para se traçar um perfil real da situação. E, por pior que possa parecer, a melhor coisa é encará-la de frente e de maneira real, séria.

Uma situação assim não acontece por acaso, da noite para o dia. Existem motivos que levam a isso. Portanto, identificar esses motivos, esses porquês, é muito importante e a primeira coisa a ser feita.

Quando se analisa o comportamento anterior do parceiro também se pode ter uma ideia bem lúcida do que pode estar acontecendo. É a primeira vez que ele(a) age assim? Ou já tinha esse comportamento antes e você preferia não ver?  O seu comportamento demonstrava que levava o relacionamento a sério? Ou era costume seu flertar?

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Outra pergunta importante é: Em que momento demos motivos para essa brecha. Essa análise vai demonstrar em que ponto, ou momento, esse relacionamento começou a ruir. Onde estavam os primeiros indícios de problemas.

Enfim, o que faltou? Essa é talvez a pergunta mais importante. Numa situação dessas, claramente, algo está faltando. Identificar “O QUE” é primordial. Em alguns relacionamento a falta maior é a de boa comunicação. Em outros a grande falta é de ter objetivos em comum. Em outros é um relacionamento de rotina, sem sal. De qualquer maneira, falta algo.

Peguei conversas “estranhas” no celular dele. E agora? – Hora de agir

Bem, depois das perguntas acima, e de um tempo para tratar do assunto com cabeça fria, chegou a hora de agir.

Algumas pessoas simplesmente não tomam atitude nenhuma, e deixam rolar. Eu não recomendo essa estratégia. Porque ela tende a tirar o respeito mútuo e leva o relacionamento para um campo perigoso, onde não há compromissos a serem esperados.

Tomar atitude, portanto, é a melhor coisa. Chamar para aquela conversa mais profunda.

Não esquecendo, porém, de se lembrar que deve ter o tom de uma conversa conciliadora. E deixar todo o assunto, como “assunto de casal”. O problema é do casal. E precisa ser resolvido como equipe. Não coloque as coisas como se ele(a) fosse o único culpado (mesmo que seja). É sempre útil e inteligente abordar assuntos delicados como “equipe”. Deixe o “nós” ser o pronome predominante.

Depois, procure identificar junto com seu parceiro, onde foi que erraram no seu relacionamento. Onde permitiram que uma brecha se abrisse e desse passagem para o que aconteceu. Essa análise, em conjunto, vai ajudar a amenizar a situação. Tirar o foco de que algo terrível está acontecendo. Também vai permitir que você perceba o real interesse dele(a) em resolver o problema. Se vai tentar fugir,  abafar os fatos, ou encarar de frente e buscar soluções.

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Enfim, não fuja dessa DR.

Ela é importante e vai dar o tom desse relacionamento para os próximos dias, meses ou anos à frente. Ou vai demonstrar, claramente, que não é mais um relacionamento saudável e vai passar a ser tóxico para ambos.

Peguei conversas “estranhas” no celular dele. E agora? – CONCLUSÃO

O artigo de hoje, trata de maneira muito franca esse assunto. E, por ser mais comum que se imagina, eu deixei aqui essas dicas de como conduzi-lo.

Em primeiro lugar é preciso perceber se precisa dar toda essa relevância, ou se é um tratamento profissional/comercial.

Depois, se constatar que precisa tratar mais diretamente, pois não é tão inocente assim – então, saber como abordar. Primeiro fazendo uma análise própria, dando a si mesmo(a) um tempo  para analisar toda a situação e tirar as conclusões claras necessárias. Depois desse tempo, então, é hora de chamar o parceiro para uma conversa que vai ditar o rumo do relacionamento dali para frente.

Consegue dar todos esses passos sozinho(a)?

Se não, conte comigo e com minha equipe, através do coaching personalizado que estamos prontos e preparados para ajudá-lo(a).

Um forte abraço,

Dyuly Cardoso

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