Você já parou para pensar sobre o tamanho da sua parcela de culpa pelo término? Será que você é o culpado pelo o que aconteceu? Você se sente culpado pelo fim do seu relacionamento?

Mas por que estou te perguntando isso? Porque hoje eu quero falar acerca do sentimento de culpa, assunto já abordado anteriormente em vários vídeos do canal, bem como em alguns artigos, mas que, de vez em quando, eu volto a abordar, por ser tão corriqueiro entre os meus clientes.

Apesar de colocar a culpa no outro ser mais frequente (afinal, como dizem por aí, errar é humano e colocar a culpa no outro é mais humano ainda), há quem tenha a tendência de sempre se culpar por tudo.

Pensando nisso, o artigo de hoje tem o objetivo de te fazer entender até onde você pode se sentir culpado, a depender, no entanto, da sua parcela de culpa pelo término.

Você não foi o único culpado pelo fim do relacionamento

Provavelmente, você não foi o único a cometer erros. Sendo assim, você não é o único responsável pelos problemas que causaram o fim do relacionamento.

O relacionamento acabou porque as duas pessoas, que erram e acertam, não estavam preparadas para lidar com determinados problemas, com as diferenças do outro, com as adversidades do dia a dia, o que tornou a vida a dois difícil, insustentável.

Então coloque na sua cabeça que você não é o único culpado, pois se você cometeu um erro, é possível que a pessoa tenha cometido outro.

Vou dar um exemplo: suponhamos que o que causou o fim do seu relacionamento foi a rotina, porque você já não estavam mais propondo coisas novas para a relação.

Ok, mas o seu ex fez algo para mudar essa situação? Ou vocês dois estavam acomodados, empurrando a relação com a barriga, até que ele acordou para a vida e, em vez de propor algo para sair da rotina, resolveu terminar?

Você consegue perceber que a culpa não foi só sua, que ele teve a própria parcela, também?

Assuma apenas a sua parcela de culpa pelo término

Uma certa cliente minha se sentiu culpada por ter sido traída. Ela me disse: “eu não dei atenção o suficiente, não soube me comunicar melhor, não soube como fazê-lo feliz, não me cuidei como deveria…”

Espera aí, gente. Vamos com calma!

Primeiro que já é bem estranho uma pessoa se sentir culpada por ter sido traída (na minha opinião, quem deve se sentir culpado é o traidor). Segundo, que se o traidor não estava satisfeito com o comportamento do traído, era melhor chama-lo para conversar ou terminar o relacionamento antes de chegar ao ponto da traição, não é verdade?

Não obstante, tem gente muito manipuladora que consegue fazer com que o outro, isento de culpa, se sinta culpado. O que pode ser ainda pior quando direciona as suas manipulações a quem já tem uma tendência de se sentir culpado, que tem baixa autoestima e nenhuma autoconfiança. Essas pessoas assumem, então, a sua parcela de culpa pelo término e a do outro também.

Então, faça uma análise sobre os motivos que acarretaram o fim da sua relação, antes de assumir toda a culpa pelo o que deu errado. É muito provável que você não seja o único culpado.

A partir da análise que você fez, descobriu qual o tamanho da sua parcela de culpa pelo término? Ótimo. Agora que você sabe exatamente qual é, responsabilize-se apenas por aquela parcela que te diz respeito. Não coloque sobre si o peso de assumir a que é do seu ex.

Pare de minimizar o erro do outro e só se sinta culpado por aquilo que foi efetivamente sua culpa.

E o que fazer com esse sentimento de se sentir culpado por aquilo que foi efetivamente sua culpa? Se livrar dele. Perdoe-se.

Perdoe-se pela sua parcela de culpa pelo término

O autoperdão é muito importante para o seu desenvolvimento pessoal e para a sua reconquista: como você vai conseguir evoluir, se você não consegue se perdoar? Como você vai pedir perdão para o seu ex e uma oportunidade de começar do zero se você não é capaz de se perdoar?

Uma pessoa que se sente culpada, que não se perdoa, acaba se tornando chata, porque fica o tempo todo “pisando em ovos”, não expressa a opinião porque tem medo de ofender, fica querendo agradar demais e não age naturalmente.

Portanto, não seja essa pessoa.

Ademais, se você não conseguir se perdoar, a sua vida inteira será afetada: você vai ter uma imagem ruim de si, o que vai abalar a sua autoestima e a sua autoconfiança, que por sua vez, poderão causar problemas tanto na sua saúde mental, quanto na sua saúde física.

O autoperdão é necessário para que você se aceite como é, um ser humano, dotado de vícios e virtudes, e que sempre pode evoluir para se tornar a melhor versão de si.

O autoperdão é libertador e te faz perceber que apesar de tudo, você merece se amar e ser amado, que você merece ser feliz e que pode fazer o outro feliz também.

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A gente se vê por aqui! Um beijão, e até mais.