Muitos clientes em determinadas etapas do processo me perguntam: “devo desistir da reconquista?”

“Devo parar e passar a cuidar de mim mesmo (a) pois o processo está me desgastando muito emocionalmente?”

E, você, está pronto para “jogar a toalha?”

Sim, é verdade que, às vezes é necessária uma reflexão mais profunda sobre todo o andamento do processo de reconquista e seus efeitos sobre cada um, em cada caso.

As reações nunca são exatamente iguais. Cada caso é único.

Ninguém deve se comportar como o “insistente chato”. Porém, é fundamental ser o “persistente consciente”.

Logo de início, já vou adiantando que, não é o tempo que determina a hora de desistir de uma reconquista.

Em todas as situações a decisão sempre é da pessoa envolvida. Você precisa determinar se o preço que está pagando por essa reconquista é muito alto e não vale a pena.

Para algumas pessoas, o desgaste emocional é muito intenso. E, em muitos casos, a reconquista passa a ser um “sofrimento emocional” intenso.

O limite entre o suportável e o intolerável é estabelecido por cada pessoa, segundo sua capacidade de suportar tal pressão emocional.

Porém, às vezes o “jogo” vira inesperadamente.

E uma reconquista quase improvável passa a dar passos acelerados para uma reconquista de sucesso. Portanto, é preciso, também, saber ter paciência e resiliência.

Mas, como avaliar se o andamento de uma reconquista está no caminho certo?

É possível fazer tal análise prática, e não apenas de cunho íntimo, subjetivo, o famoso “sexto sentido”?

Antes de desistir, faça uma análise consciente dessa reconquista

Eu costumo propor a meus clientes, que façam uma análise do andamento do processo, pontos positivos e negativos e o futuro esperado dessa reconquista, antes de pensar em desistir da reconquista.

Basicamente, eu proponho a reflexão sobre três perguntas:

1 – Quais são os pontos POSITIVOS dessa provável reconquista?

2 – Quais são os pontos NEGATIVOS dessa provável reconquista?

3 – Como você imagina seu FUTURO ao lado dele (a)?

Com respostas por escrito em folhas separadas, uma pessoa passa a avaliar, sobriamente, todos os aspectos envolvidos no processo.

Bem como, passa a avaliar um possível desfecho, uma visão de futuro dessa reconquista.

E, dessa forma, começa a ter uma ideia clara de se vale ou não a pena investir mais.

Antes de desistir da reconquista, faça uma análise de VOCÊ mesmo (a) durante o processo

Pergunte-se:

1 – Eu me relacionaria comigo mesmo (a)?

2 – Quem sou eu hoje? E, por que me imagino melhor que ontem?

3 – Como me imagino daqui há alguns meses, anos?

4 – Já sei exatamente onde quero chegar com essa reconquista?

5 – Já consigo ter controle de minhas emoções?

6 – Comecei minha mudança por dentro, e não apenas por fora?

7 – Estou mudando e atingindo minha melhor versão APENAS para reconquistar meu (minha) ex?

Os exercícios propostos acima, ajudam, substancialmente, a ter uma visão clara do processo e da própria pessoa antes de querer desistir da reconquista.

Essa visão vai ajudar a tomar decisões. Fazer escolhas conscientes.

Na verdade, não gosto do verbo “desistir”. Prefiro o verbo “escolher”.

Concluindo, sempre é bom analisar qualquer situação antes de tomar uma decisão.

Uma escolha consciente vai evitar as “reconquistas iô-iô”.

Algumas pessoas se comportam dessa maneira. Numa semana querem reconquistar, na outra querem desistir. Depois voltam a querer novamente, daí, desistem de novo!

Essas atitudes são comuns a quem não avaliou, serenamente, nem o processo em que está, nem a si mesmo (a).

E, como uma última dica deste artigo, jamais busque uma reconquista APENAS pela outra pessoa.

A maior e mais importante reconquista que alcançamos é a de nós mesmos. Nossa autoestima, nosso amor próprio, nosso equilíbrio emocional, nosso respeito.

Quando alguém entra no processo de reconquista e busca a melhora e o desenvolvimento pessoal APENAS pelo outro (a), o resultado é um enorme cansaço.

Tal pessoa acaba produzindo um desenvolvimento “fake”, temporário. E, mais cedo ou mais tarde, vai ficar decepcionado (a) com a revelação de sua estratégia insensata.

E, claro, uma pessoa que não se reconquistou, não está pronta para reconquistar a ninguém.

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